quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Vai que cola!

Então passei a manha inteirinha imprimindo os cupons de descontos.
Vai que cola?!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

E volta o turbilhão

Já não sei mais o que faço.
Tô cansada de tentar, cansada de esperar, de procurar todos os dias uma trilha sonora para minha vidinha. Dormir e acordar com a mesma cara e os mesmos problemas.
Não vou apelar pra mais nada e ninguém. Tranquei meu coração e joguei a chave fora.
Se não esta satisfeito pode sair e nunca mais voltar. Pois, na minha vida agora não tem mais exceções.
Se for que seja verdadeiro. Não vivo mais de migalhas e de esperanças de um novo amanhecer. 
Eu quero tudo e quero agora!


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Hoje eu tô na maldade...

Nada á declarar...
Aliás...
Pagando na mesma moeda...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Complexidade...

Ontem eu estava terrível, na maldade pura... Querendo matar o primeiro que me contrariasse.
Então resolvi que estava na hora de ir ou rachar...Adivinha no que deu?
Continuamos indo... Quanto desalinho e surrealismo. Pra que tentar explicar, se é para sentir... 
Enfim... Continuarei confusa e com defeito mais um tempo...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Será?!

Quando uma pessoa está tão viciada na mentira e falsidade em algum momento ela conseguirá dizer a verdade? É isto que vou tentar descobrir hoje...
Será?!

Deixa arder?

Sempre arde...

Penas, Migalhas e Gaiola

O que fazer quando não há mais o que fazer
o que dizer se já nao há mais nada a ser dito
o que explicar se tudo já ficou claro...claro demais
como agir daí em diante...então é assim que acaba?

É como se eu tivesse visto um pássaro, o mais belo
e tivesse ficado encantado com suas penas,
e tivesse me identificado com seu vôo,
e tivesse até mesmo sonhado em ser um ao seu lado.

É como se eu tivesse ficado tão envolvido, demais
e tivesse tentado prendê-lo, para tê-lo
e o fiz.

Mas eu esqueci que o pássaro era livre,
e mesmo preso, seu espírito ainda era livre
e com isso eu o tive só pra mim, mas nunca meu.

Foi depois de o sol muito se pôr e nascer, contemplando-o
que eu não via mais o pássaro como antes eu vi
e seu brilho ainda vivo, e suas penas ainda coloridas
já não eram tão encantadores assim.

Resolvi libertá-lo, para que pudesse voar como antes
mas antes, ele voava sem meu olhar, sem mim
e foi assim que ele voou novamente, mas desta vez
ele não mais voltou.

As noites estão mais silenciosas, frias e encharcadas de insônia.
Os dias mais zoneados, sem sentido e bêbados de sono.
O pássaro era livre e tornou a ser.
Eu o contemplei, mas o aprisionei comigo.
Hoje restam penas, migalhas, e uma gaiola vazia.

Voe pássaro roxo, como voou um dia para perto de mim
e nunca mais esteja preso, e cante com teu peito cheio.
Guardarei as penas e as migalhas, mas não a gaiola,
caso um dia pouse em minhas terras novamente, livre, mas comigo estará!

De volta...

Hoje resolvi limpar a poeira do meu coração e abrir este diário virtual novamente...
Estou extremamente nostálgica e precisando acabar com esse turbilhão que está dentro de mim.
Sei muito bem o motivo e quem me causa isso, é lamentável não conseguir me controlar, e ter que admitir que tenho sido fraca e medrosa. Um pouco tanto confusa também. 
Se alguém puder me dizer a formula do amor que não faça sofrer ficarei eternamente grata.Meu coração já não aceita mais remendos.